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quinta-feira, 30 de julho de 2009


Do amor
Durante um jantar em Kyoto, o professor coreano Tae-Chang Kim analisou as grandes e importantes diferenças entre os pensamentos ocidental e oriental, sobre o amor. “Ambas as civilizações têm a sua própria regra de ouro. No Ocidente, vocês costumam dizer: "Farei para meu próximo aquilo que gostaria de fazer para mim." Isto significa que a pessoa que ama é aquela que vai estabelecer as condições em que o amor pode se manifestar em si e no outro. Já a regra de ouro do Oriente parece quase igual: "Não farei ao meu próximo aquilo que não desejo que ele faça comigo." Mas esse pensamento parte do que a outra pessoa está sentindo e não do próprio sentimento, e isto faz toda a diferença numa história de amor”.
*Paulo Coelho*

terça-feira, 28 de julho de 2009


Eu acredito em Deus
Talvez Ele não tenha nome ou rosto, pode ser que nem O vejamos como Deus, mas Ele está lá e está em tudo.
É a sensação que nos arrebata quando olhamos para o céu estrelado ou quando vemos o pôr-do-sol.
É o calafrio que nos acorda pela manhã quando sentimos o cheiro de algo que conhecemos e amamos mas não conseguimos nos lembrar direito de onde.
É o mistério que existe por trás do início dos tempos e além dos limites do espaço.
É o senso de estranheza que trás à tona o que existe no fundo dos nossos corações.
Algumas pessoas dirão que Deus não existe, que não passa de uma muleta para quem não consegue enfrentar a realidade, um conto de fadas para quem precisa de mitos em sua vida.

Não é possível argumentar com essas pessoas - não devemos perder nosso tempo.
Como diz o filósofo chinês Chuang Tzu:" Para um sapo que vive num poço não se pode falar do mar."
Se você tiver a mínima noção do mistério do universo que o circunda, ouvirá o murmúrio do mar. Então saia do poço e caminhe nessa direção. Deixe o debate para quem deseja discutir o tamanho e a forma da parede que o enclausura.
Simples Verdades
*Kent Nerburn*

sexta-feira, 24 de julho de 2009


Uma amiga me perguntou uma vez num píer: “Quer tocar uma gaivota?”. “Claro, mas sempre que me aproximo, elas voam”; disse. “Procure sentir amor por elas. Depois, faça este amor jorrar do peito como um feixe de luz, atingindo o peito de uma gaivota. E aproxime-se com calma.” Na terceira tentativa, toquei a gaivota.
“O amor cria pontes em lugares que parecem impossíveis”; disse minha amiga .
*Paulo Coelho*

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Doce amor que me fortalece...


Um rapaz, Hugh Brady, costumava cuidar dos pombos que viviam perto de sua casa. Certa vez encontrou uma destas aves feridas; curou-a, alimentou-a, e colocou na pata direita uma etiqueta com o número 167.
No inverno seguinte, Hugh teve que ser operado de emergência. Enquanto se recuperava, num hospital longe de sua casa, escutou algo batendo na janela. Pediu à enfermeira que abrisse; um pombo entrou voando pelo quarto adentro, e pousou no peito do rapaz.
Na pata direita estava a etiqueta com o número 167.

Os laços de amor criam uma relação forte...
que o tempo,a ternura e a suavidade ajudam eternizar.
*Autor desconhecido*

sexta-feira, 10 de julho de 2009


A borboleta traz consigo o símbolo da transformação, por isso, falar sobre casulos e borboletas é falar de transformação, é falar de buscas, de rompimento, encontro, morte, nascimento e renascimento. Um renascimento diário e constante.
"Não haverá borboletas...
Se a vida não passar por longas
e silenciosas metamorfoses"
*Rubem Alves*

Fotografias


"Onde meus olhos te tocam"
*Autor desconhecido*

Contradigo-me? Pois bem...


“Dizes que não me importo contigo, que nada faço...
No entanto, aprendi a amar-te. E continuo amando,
mesmo se me entendes ou não.”
*Autor desconhecido*

quarta-feira, 8 de julho de 2009


Oração de São Francisco de Assis
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna...

quinta-feira, 2 de julho de 2009

A voz da tua alma


Sim, dos teus pés na terra nascem flores
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar
*P.Fernandes e M.Santini*