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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

O Senhor nos guia


Passeio de bicicleta
Em princípio, eu via Deus como um observador,
um juiz que não perdia de vista
as coisas erradas que eu fazia.
Desse modo, quando eu morresse,
Ele saberia se eu merecia ir
para o Céu ou para o Inferno.
Ele estava sempre lá, como um presidente.
Eu reconhecia a imagem d'Ele quando a via,
mas não o conhecia de verdade.
Mas, mais tarde, quando eu O conheci melhor,
pareceu que a vida era como um passeio de bicicleta
para duas pessoas e percebi que Deus estava no banco de trás,
me ajudando a pedalar. Não me lembro quando Ele
sugeriu-me que trocássemos de lugar,
e a vida não foi a mesma deste então.....
A vida com o Seu poder superior tinha
se tornado muito mais excitante!!!
Quando eu detinha o controle, sabia o caminho.
Era um tanto entediante, mas previsível
- sempre a distância mais curta entre dois pontos.
Mas quando Deus assumiu a liderança
(Ele conhecia atalhos maravilhosos) passei a subir montanhas
e atravessar terrenos pedregosos em velocidade vertiginosa!
Tudo que eu podia fazer era seguir em frente!
Embora tudo aquilo parecesse loucura Ele ficava dizendo:
'Pedale, pedale!!!' Eu ficava preocupado e ansioso, e perguntava:
'Para onde o Senhor está me levando?'
Deus apenas ria e não me dava uma resposta
e eu me vi começando a confiar Nele.
Logo me esqueci da minha vida entediante
e comecei a participar da aventura.
Quando dizia que estava assustado,
Ele virava-se para trás e tocava minha mão.
Deus levou-me até pessoas com dons de que eu precisava;
dons da aceitação e da alegria, dentre outros.
Essas pessoas deram-me ajuda a prosseguir na minha jornada.
Isto é, nossa jornada, de Deus e minha.
E nós partimos novamente. Então
Ele me disse: 'Desfaça-se dos dons,
são bagagem extra, pesam demais!
'Então eu os dei para as pessoas
que encontramos e descobri que quanto
mais eu os dava, mais eu recebia!
E, além disso, o meu fardo ficava mais leve!
A princípio, eu não confiei muito em Deus quando
Ele assumiu o controle da minha vida. Achei que
Ele a destruiria. Mas o Senhor conhecia os
'segredos' da bicicleta, sabia como incliná-la
para fazer curvas fechadas, pular para evitar
lugares cheios de pedras, aumentar a velocidade
para encurtar os caminhos difíceis.
Também estou aprendendo a calar-me e pedalar
nos lugares mais complicados e aprendi a apreciar
a paisagem e a brisa fresca em meu rosto com
o meu ótimo e constante companheiro, Deus.
E quando estou certo de que não posso mais seguir em frente,
Ele apenas sorri e diz:” - Pedale...'
*Autor desc.*

"Deus sempre sabe o que é melhor para nós...
Seus caminhos são perfeitos...
Temos d'Ele, a promessa de campos floridos, vida serena e lindos amanheceres"

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Gosto de você...


O que significa dizer "eu gosto de você" ?
Significa que eu valorizo você,
valorizo quem você é, o que você é
e, principalmente, o que você está se tornando.

Quando eu digo "gosto de você"
vejo você como realmente é.
Belamente, maravilhosamente feito, especial e único
assim como ninguém em todo o Universo de Deus.

Quando eu digo "gosto de você" não são palavras de posse,
mas de agradecimento ... liberdade, não escravidão.

Quando eu digo "gosto de você" eu vejo revelado
todo o potencial que Deus criou para você manifestar.

Quando eu digo "gosto de você" eu percebo a unicidade com Deus,
com você, com todo o Universo.

Eu quero dizer que agradeço a Ele por você ter tocado a minha vida
e eu a sua, o que só nos enriquece e ilumina a cada novo dia.

Quando eu digo "gosto de você" quero dizer que preciso de você,
do seu carinho e da sua amizade.

Quando eu digo "gosto de você", estou lhe passando as mais doces
bênçãos de Amor, e de Alegria.
*Autor desc.*

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Simplesmente AMOR...


Um garoto pobre, com doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que o embrulhe para presente.
- É para minha mãe - diz, com orgulho.

O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo. Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. Entretanto, indeciso, ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja. Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não.

O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar. Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão. O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. Continuava seu conflito mental. Lembrou de sua própria mãe. Fora pobre e, muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe.

Quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual. O garoto, com aquele gesto, estava mexendo na profundeza de seus sentimentos. Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso. Alguma coisa parecia estar errada. Por que o homem não embrulhava logo o sabonete? Impaciente, ele perguntou:
- Moço, está faltando alguma coisa?
- Não - respondeu o proprietário da loja - é que, de repente, me lembrei de minha mãe, que morreu quando eu ainda era muito jovem. Sempre quis dar um presente para ela mas, desempregado, nunca consegui comprar nada.

Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino:
- Nem um sabonete?

O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da idéia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês, sem responder mais nada.

A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo tão pequeno e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra, e pensara em melhorar o presente daquele garoto. Comovido, entendeu que, naquele dia, tinha recebido uma grande lição. Junto com o sabonete do menino, seguia algo mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: o gesto de amor!
*Autor desc.*

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Você é uma maravilha


Cada segundo que vivemos é um momento novo e único do universo, um momento que nunca mais existirá...
E o que é que ensinamos aos nossos filhos? Ensinamos a eles que dois mais dois são quatro, e que Paris é a capital da França.
Quando ensinaremos a eles o que eles são?
Deveríamos dizer a cada um deles: Sabe o que você é? Você é uma maravilha. Você é único. Em todos os anos que se passaram, nunca houve outra criança como você. Suas pernas, seus braços, seus dedos inteligentes, a maneira como você se move.
Você pode se tornar um Shakespeare, um Michelangelo, um Beethoven. Você tem capacidade para qualquer coisa. Sim, você é uma maravilha. E quando crescer, como então poderá fazer mal a uma outra pessoa que, como você, é uma maravilha?

Você deve trabalhar - todos devemos - para tornar o mundo digno de suas crianças.
*Autor desc.*

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Bonito isso...


Há quem passa e deixa só cicatrizes. Há quem passa semeando flores.
Há quem passa banhando-nos em lágrimas. Há quem passa disposto a secá-las.
Há quem passa torcendo por nossa vitória. Há quem passa apludindo nossos fracassos.
Há quem passa ajudando-nos a levantar. Há quem passa fazendo-nos cair.
Há quem passa como sombra. Há quem passa como luz.
Há quem passa como pedra no caminho. Há quem passa como pedra de construção.
Há quem para todo deslize vê uma falha irreparável. Há quem nos oferece o perdão.
Há quem ignora nossos erros. Há quem nos ajuda a corrigir.
Há quem passa rápido, veloz, despercebido. Há quem deixa marcas profundas.
Há quem simplesmente passa. Há, porém, quem fica para sempre no coracão.
*R.C.Suppi*
Bonito isso... Enxergar o que antes eu não conseguia ver sozinho. Enxergar porque o outro me emprestou seus olhos...

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Apenas Brincando


Quando eu estiver, no quarto, construindo um edifício de blocos, por favor não diga que eu "estou apenas brincando".
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Sobre equilíbrio e forma.
Quando eu estiver bem vestido, arrumando a mesa, cuidando do bebê, não tenha a idéia de que eu "estou apenas brincando".
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Algum dia eu posso ser uma mãe ou um pai.
Quando você me vir até meus cotovelos na pintura, ou ajeitando uma moldura, ou moldando e dando forma à argila, por favor não me deixe ouvi-lo dizer que eu "estou apenas brincando".
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Eu estou me expressando e sendo criativo.
Algum dia eu posso ser um artista ou um inventor.
Quando você me vir sentado em uma cadeira "lendo" para uma audiência imaginária, por favor não ria e não pense que eu "estou apenas brincando".
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Algum dia eu posso ser um professor.
Quando você me vir recolhendo insetos ou colocando coisas que encontro no bolso, não os jogue fora como se eu "estivesse apenas brincando".
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Algum dia eu posso ser um cientista.
Quando você me vir montando um quebra-cabeças, por favor, não pense que estou desperdiçando tempo "brincando".
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Estou aprendendo a concentrar-me e resolver problemas.
Algum dia eu posso ser um empresário.
Quando você me vir cozinhar ou provar comidas, por favor não pense que estou aproveitando, que é "só para brincar".
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Eu estou aprendendo sobre os sentidos e as diferenças.
Algum dia eu posso ser um "chef".
Quando você me vir aprendendo a saltar, pular, correr e mover meu corpo, por favor não diga que eu "estou apenas brincando".
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Eu estou aprendendo como meu corpo trabalha.
Algum dia eu posso ser um médico, uma enfermeira ou um atleta.
Quando você me perguntar o que fiz na escola hoje, e eu responder:
"Eu brinquei".
Por favor não me entenda mal.
Já que, entenda, eu estou aprendendo enquanto brinco.
Eu estou aprendendo apreciar e ser bem sucedido no trabalho.
Eu estou preparando-me para o amanhã.
Hoje, eu sou uma criança e meu trabalho é brincar.
*Anita Wadley*

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Do Perdão


Aconteceu de um homem procurar Buda e insultá-lo - deu-lhe um tapa no rosto.
Buda passou a mão pelo rosto e perguntou ao homem:
- Tem algo mais a dizer? - como se ele tivesse dito alguma coisa.
O homem ficou confuso, porque não esperava uma resposta dessas. Foi embora.
No dia seguinte voltou novamente, pois não conseguira dormir durante toda a noite. Sentiu que havia feito alguma coisa errada e se sentia culpado. Na manhã seguinte, chegou, caiu aos pés de Buda e disse:
- Perdoe-me!
E Buda disse:
- Quem irá perdoá-lo agora? O homem que você agrediu não está mais aqui e o homem que veio aqui para agredir também não está. Assim, quem perdoará quem? Esqueça isso, agora nada mais se pode fazer. O que aconteceu não pode ser desfeito, acabou! Porque não há ninguém, as duas partes estão mortas. O que se pode fazer? Você é um homem novo e eu sou um homem novo.
*Heráclito*

sábado, 10 de janeiro de 2009

A vida é assim... Linda de se viver!!!


Dei um tempo para pensar na vida...
Na minha vida!!!
Decidi então, que preciso mudar algumas das minhas atitudes...
Para começar, não vou mais olhar para trás...
O que passou é passado, se errei,
agora não vou conseguir corrigir.
Então, para que remoer o que passou?
Refletir sobre o que fiz, sim! Afinal, de tudo isso...
ficará o aprendizado.
Nem todas as pessoas que amo, pensam e me entendem
como eu gostaria... E daí?
Vou continuar a amá-las assim, mas não vou tentar mudá-las.
Isso eu não quero.
Mudo eu... Mudo meu modo de vê-las.
Respeitando seu modo de ser.
Vou continuar vivendo...
Sem jamais desistir do que Deus me confiou...
Sei das minhas responsabilidades...
E da minha realidade!!!
Sonhos??? Tenho alguns... Certamente outros virão!!!
E assim, vou seguindo...
Imagine... Muitas vezes fizemos planos, eles não acontecem...
Outras vezes, a vida nos encanta com surpresas que jamais esperávamos...
A vida é assim... Linda de se viver!!!
Sempre nos dando oportunidades de sonhar, amar, recomeçar!!!
Vou renovar meu compromisso com a vida...
Vivendo cada momento... Um dia de cada vez !!!
*Autor desc.*

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

A Diferença entre a Força e Coragem...


Enquanto todos os outros filhotes já estavam ensaiando passos fora do ninho, Vivi nem sequer se mexia do lugar.
A gaivotinha tinha dificuldades na hora de pegar o alimento e parecia estar sempre olhando para o infinito. Como se visse algo diferente no ar.
Logo a mãe de Vivi compreendeu. A gaivotinha não podia ver. Jamais veria a cor do céu, do mar, das árvores...
Quando Vivi começou a sair do ninho, ajudada pela mãe gaivota, virou motivo de piada dos outros irmãos.
Por não enxergar, batia nas árvores, tropeçava em galhinhos e caía no chão.
- Ah, ah, ah! Olha só que gaivota atrapalhada! - assim gritavam as gaivotas do grupo, que riam de Vivi.
Quando ficava sozinha, Vivi chorava baixinho.
- Por que todos podem ver e eu não? Por que Deus do céu me fez nascer assim?
A mamãe gaivota consolava Vivi:
- Quando Deus nos faz diferentes por algum motivo, nos dá em dobro capacidades que os outros não têm. Você pode ver com o coração e um dia vai descobrir um dom maravilhoso.
Vivi aprendeu, aos poucos, a conhecer o lugar onde morava.
Voando ao lado da mãe gaivota, ela ficou sabendo onde estava cada árvore, cada rochedo, onde estava a praia e onde chegavam as ondas do mar.
Vivi aprendeu a pescar, mergulhando nas ondas para pegar peixes e quando voava, sentindo o vento nas asas, sentia-se uma gaivota muito especial...
Aos poucos, Vivi aceitou o fato de ter nascido diferente das outras gaivotas.
E as brincadeiras já não a faziam chorar.
Assim, começou a treinar vôos diferentes, alguns mais altos, outros mais baixos que as gaivotas comuns não conseguiam fazer.
As outras gaivotas, reunidas em bandos, continuavam a rir de Vivi:
- Vejam, ela quer se mostrar! Acha que pode voar como um avião!
Mas... no meio delas, uma pequenina gaivota passou a admirar Vivi e resolveu se aproximar.
No início, muito cautelosa, apenas observava Vivi de longe, depois escondida atrás das pedras, seguia de pertinho cada passo de Vivi.
- Venha cá - disse um dia Vivi, sentindo que a gaivotinha a estava espiando.
- Desculpe, pensei que você não pudesse ver.
Vivi então explicou que seus olhos não enxergavam, mas seu coração era capaz de sentir tudo o que ocorria ao seu redor.
- Posso aprender a voar como você? - perguntou a gaivotinha.
- É claro - disse Vivi, abraçando-a com suas longas asas.
"É preciso ter força para amar,
mas é preciso coragem para ser amado"
*Autor desc.*

Por que é tão difícil ser transparente?


Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente... Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros. Mas ser transparente é muito mais do que isso. É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente...
Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em nos empenhar para levantar...
Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde! Mas infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser... Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas a simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que temos medo!
Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção...
E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos... Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado...
Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar... doçura, compaixão... a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos!
Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: "você está me machucando... pode parar, por favor!".
Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro. Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor...
Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura! Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencíveis...
Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto... Que consigamos docemente viver... sentir, amar...
E que você seja todo coração, muito mais sentimento, inundado de um amor transparente, apesar de todo o risco que isso possa significar...
*Autor Desconhecido*

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Todo viver real é encontro


Que eu tenha todo o entendimento para praticar o amor.
Que eu seja doce mesmo quando tudo conspire para me despertar o ódio.
Que eu seja sereno e veja sempre o melhor desse mundo.
Que eu seja paciente ao ritmo do universo e compreensivo aos seus caprichos.
Que eu saiba quem sou e nunca me afaste da minha missão.
Que eu esteja em paz para não negar o meu sorriso.
Que eu tenha o entusiasmo apaixonado dos raros.
Que meus atos me tornem especial e único.
Que meu ofício me torne necessário.
Que minha alegria seja iluminada.
Que meus sonhos encontrem sempre seguidores.
Que meu corpo seja um santuário para a vida que me habita.
Que eu tenha disposição e profundidade para o amor.
Que a preguiça não me corrompa.
Que a minha transparência seja entendida sem rancor, raiva, inveja ou desconfiança.
Que as dores que me causam sejam justificadas com a luz que me proporcionam.
Que Deus me ilumine e que minha vida, a cada dia, valha a pena.
*Autor desc.*

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009


John Blanchard levantou do banco, endireitando a jaqueta de seu uniforme e observou as pessoas fazendo seu caminho através da Grand Central Station.
Ele procurou pela garota cujo coração ele conhecia, mas o rosto não, a garota com a rosa.Seu interesse por ela havia começado trinta meses antes, numa livraria de Flórida. Tirando um livro da prateleira, ele se pegou intrigado, não com as palavras do livro, mas com a notas feitas a lápis nas margens. A escrita suave refletia uma alma profunda e uma mente cheia de brilho.Na frente do livro, ele descobriu o nome do primeiro proprietário: Srta. Hollis Maynell.
Com tempo e esforço, ele localizou seu endereço. Ela vivia em New York City.
Ele escreveu a ela uma carta, apresentando-se e convidando a corresponder-se com ele.
Na semana seguinte ele embarcou num navio para servir na II Guerra Mundial.
Durante o ano seguinte, mês a mês eles desenvolveram o conhecimento um do outro através de suas cartas. Cada carta era uma semente caindo num coração fértil.
Um romance de companheirismo. Blanchard pediu uma fotografia, mas ela recusou. Ela sentia que se ele realmente se importasse com ela, não importaria como era, ou sua aparência.Quando finalmente chegou o dia em que ele retornou da Europa, eles marcaram seu primeiro encontro: - 7:00 da noite na Grand Central Station em New York.
Você me reconhecerá, ela escreveu, pela rosa vermelha que estarei usando na lapela.
Então, 7:00 ele estava na estação, procurando por uma garota cujo coração ele amava, mas cuja face ele nunca havia visto. Vou deixar o Sr. Blanchard dizer-lhe o que aconteceu:Uma jovem aproximou-se de mim. Sua figura era alta e magra. Seus cabelos loiros caiam delicadamente sobre os seus ombros, seus olhos eram verdes como água. Sua boca era pequena e seus lábios carnudos, e seu queixo tinha um firmeza delicada.
Seu traje verde pálido era como se a primavera tivesse chegado. Eu me dirigi a ela, inteiramente esquecido de perceber que ela não está usando uma rosa. como eu me movi em sua direção, um pequeno, provocativo sorriso, curvou seus lábios.
Indo pro mesmo lugar que eu, marinheiro?, ela murmurou.
Quase incontrolavelmente dei um passo pra junto dela, e então eu vi Hollis Maynell. Ela estava parada quase que exatamente atrás da garota.
Uma mulher já passada dos 50 anos, ela tinha seus cabelos grisalhos enrolados num coque sobre um chapéu gasto.Ela era mais baixa que gorducha, seus pés compactos confiavam em sapatos de saltos baixos. A garota de verde seguiu seu caminho rapidamente. Eu me senti como se tivesse sido dividido em dois, tão forte era meu desejo de segui-la e tão profunda era o desejo por aquela mulher cujo espírito verdadeiramente me acompanhara e me sustentara através de todas as minhas atribulações.E então ela parou. Sua face pálida e gorducha era delicada e sensível, seus olhos cinzas tinham um calor e simpatia cintilantes.Eu não hesitei. Meus dedos seguraram a pequena e gasta capa de couro azul do livro que a identificou para mim.
Isto podia não ser amor, mas poderia ser algo precioso, talvez mais que amor, uma amizade pela qual eu seria para sempre cheio de gratidão.
Eu inclinei meus ombros, cumprimentei-a mostrando o livro para ela, ainda pensando, enquanto falava, na amargura do meu desapontamento.
Sou o Tenente John Blanchard, e você deve ser a Srta. Maynell. Estou muito feliz que tenha podido me encontrar. "Posso lhe oferecer um jantar?"
O rosto da mulher abriu-se num tolerante sorriso. Eu não sei o que está acontecendo, ela respondeu, aquela jovem de vestido verde que acabou de passar me pediu para colocar esta rosa no casaco.
E ela disse que se você me convidasse para jantar, eu deveria lhe dizer que ela está esperando por você no restaurante de esquina...
Não parece difícil, pra mim, compreender e admirar a sabedoria da Srta. Maynell.
"A verdadeira natureza do coração de uma pessoa é vista na maneira como ela responde ao que não é atraente"
*Autor desconhecido*

1. Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.

2. Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.

3. Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos.

4. Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia.

5. Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho.

6. Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; jamais jogue alguém fora.

7. Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final do seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos, uma para ajudar a nós mesmos, a outra para ajudar o próximo.

8. A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.

9. A beleza de uma mulher não está na expressão facial, mas a verdadeira beleza de uma mulher está refletida em sua alma. Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra.

10. A beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos.

Autoria *Sam Levenson*